União estável precisa ser provada
Na pensão por morte, o companheiro ou companheira pode ter direito ao benefício, mas precisa comprovar a união estável. Não basta apenas dizer que viviam juntos. O INSS costuma exigir documentos que demonstrem convivência pública, contínua e com objetivo de constituir família.
Quais provas podem ajudar
Podem ser úteis: comprovante de mesmo endereço, fotos, mensagens, plano de saúde, conta conjunta, declaração de imposto de renda, certidão de nascimento de filhos, ficha hospitalar, procurações, documentos em que um aparece como dependente do outro e declarações de testemunhas.
E se o casal não morava junto?
A ausência de coabitação não impede automaticamente o reconhecimento, mas exige explicação e provas mais fortes. Existem casos em que o casal mantém união estável mesmo morando em casas separadas, por trabalho, família, preconceito, saúde ou outras razões.
Qualidade de segurado do falecido
Além da união estável, é preciso verificar se a pessoa falecida era segurada do INSS, estava no período de graça ou recebia benefício. Essa análise depende do CNIS, vínculos, contribuições e histórico previdenciário.
Pedido negado
Se o INSS negar a pensão por falta de provas, pode ser necessário complementar documentos, recorrer ou ajuizar ação. Cada caso deve ser analisado de forma individual.
Quer analisar seu caso?
Envie sua situação pelo WhatsApp para entender quais documentos são necessários e qual caminho pode ser avaliado.
Analisar pensão por morte